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Guabiruba-SC

Conheça mais sobre a cidade:

Guabiruba foi emancipada em 10 de junho de 1962, conta com mais de 20 mil habitantes e possui uma intensa diversidade cultural, com colonização tradicionalmente alemã. 

A indústria têxtil é a base da economia local., cria e exporta moda com a qualidade guabirubense, que vai da confecção do fio ao acabamento do tecido. 

Sua cultura pode ser vivenciada através de suas construções Enxaimel, Sua culinária com pratos típicos e choop, grupos de dança/música e seus tradicionais eventos como Festa da Integração, Festa Italiana, Stadtplatzfest, Pelznickelplatz e Teatro Paixão e Morte de Um Homem Livre. 

Além do Turismo Religioso, o Ecoturismo e Esporte de Aventura são os pontos fortes do turismo em Guabiruba, contanto com diversas opções de Cachoeiras, Trilhas para Caminhada, Trekking e Mountain Bike.

Atrativos Naturais:

Fotos: Bianca Lemos

O Morro São José é um dos principais pontos de lazer em Guabiruba, é onde os visitantes buscam um maior contato com a natureza, contemplam o nascer e por do sol e fotografam os mais incríveis momentos.

A Caminhada Ecológica e Religiosa do Morro São José pode ser feita através de uma trilha com percurso de aproximadamente 800 metros, contando com mais de 40 pontos de oração com a imagem de santos e suas orações, é um caminho de fé e peregrinação, mas também muito procurado por aqueles que gostam de apenas caminhar entre a natureza.

No alto do morro há um acesso separado para o Oratório de São José, onde é possível ter uma vista panorâmica da cidade. Outro acesso leva à pista de parapente. 

O percurso total, entre subida e descida da trilha, leva aproximadamente 1h30. O Ponto de partida da Caminhada de São José fica no bairro Aymoré nas estradas que dá acesso a Cachoeira da Pedra Lisa.

Nível de dificuldade: Fácil
Riscos: Mínimo
Tempo estimado: 2 Horas


Uma das maiores altitudes de Guabiruba, o Morro da Gueba tem um mirante que permite ver, em dias de céu limpo, até o mar de Tijucas. Para chegar ao topo, o caminho a ser percorrido não é dos mais difíceis, mas requer um bom preparo físico e estar dispostos a encarar subidas íngremes e constantes.

O nome do local vem de uma expressão dos antigos italianos que viviam na região. “Gueba” era a maneira como se referiam às nuvens que ficam no topo dos morros e, com a altitude do local, tudo o que se via era a neblina. Daí vem a nomenclatura, que pegou e é usada até hoje.

A 880 metros acima do nível do mar, o topo do Morro da Gueba é o segundo ponto mais alto do município. A trilha que leva ao cume é uma das primeiras dentre os trajetos do Parque Nacional da Serra do Itajaí a ser sinalizada, e tem uma das melhores infraestruturas para o ecoturismo em Guabiruba.

A trilha pode ser feita em entradas pelos bairro Lageado Alto ou Planície Alta.  Indo pelo Lageado Alto, a trilha tem 3,2 quilômetros, que podem ser percorridos em cerca de uma duas horas. O trajeto é bastante íngreme e tem poucos trechos planos e, se tiver chovido no dia anterior, fica bastante embarrado e liso. Porém, a descida é mais fácil, e demora cerca de uma hora apenas. O Ideal é reservar 4 horas para realização desta atividade.

A maior atração do Morro do Gueba é a vista que se tem de lá de cima. Já durante a trilha é possível vislumbrar belas paisagens, mas nada se compara ao mirante que, em dias de céu limpo, permite enxergar até a praia de Tijucas e a ilha de Porto Belo. Do topo, é possível ver o Spitzkopf de Blumenau, os municípios de Brusque e Guabiruba e até mesmo Navegantes. O topo da Gueba é pequeno, mas é possível levar os equipamentos e acampar no local, que tem um terreno plano e propício para a atividade. 

Texto adaptado de Natália Huf do Jornal O Municipio.

Nível de dificuldade: Moderado
Riscos: Médio (Animais peçonhentos)
Tempo necessário: Mínimo 4 Horas

As minas abandonadas, localizadas no Lageado Alto estão dentro do Parque Nacional da Serra do Itajaí e guardam a história de uma longa tentativa de extrair ouro e minerais preciosos na região.

Envolvendo história, biodiversidade e o diferencial do passeio por dentro das minas, a trilha é um chamariz para aventureiros e fascinados pelo passado. O passeio comprova que Guabiruba tem uma diversidade não apenas em termos de fauna e flora, mas também em minerais preciosos, bem como rios, nascentes e cachoeiras.

Através de uma caminhada de aproximadamente 2km por uma rua estreita de terra, sinuosa e com certo aclive acentuado, chegaremos ao Rio do Braço, que será necessário ser atravessado para realizar o ingresso a primeira mina.

Ainda existem outras 2 cavidades que podem ser realizadas visitação, neste caso teremos que seguir por trilhas que beiram e atravessam várias vezes o Rio do Braço.

Nível de dificuldade: Fácil
Riscos: Médio (Queda)
Tempo necessário: Mínimo 3 Horas

A cachoeira, que leva o nome de sua localização, tem uma queda d’água de 12 metros de altura. É um local ideal até mesmo para levar crianças, porque o riacho não tem grande profundidade. No entanto, é ideal prestar atenção e cuidado para evitar acidentes, pois o caminho até a queda possui algumas pedras.

A trilha que leva à cachoeira não possui nenhuma dificuldade e o trajeto não leva muito mais do que um minuto. O local já foi utilizado para atividades de rapel e é bastante frequentado por ciclistas. O terreno é particular, mas não é necessário pedir autorização e nem o auxílio de um instrutor. É um belo lugar para contemplar e, apesar da pouca profundidade, tomar banho.

Nível de dificuldade: Fácil
Riscos: Mínimos
Tempo necessário: Mínimo 1 Hora

Uma das cachoeiras mais conhecidas e frequentadas de Guabiruba, com acesso super fácil e tranquilo.

O acesso ao local é feito por meio de uma trilha bastante curta, que não costuma levar mais de cinco minutos para ser percorrida. A cachoeira está localizada no bairro Aymoré próximo a acesso para Caminhada no Morro São José.

Apesar de ser um terreno particular, o acesso é livre e não há grandes riscos, desde que sejam seguidas as orientações adequadas.

No meio da trilha, há um riacho que é facilmente atravessado, a cachoeira não é profunda, é possível levar crianças sem problema. A queda d’água é inclinada e lembra o formato e a pedra super lisa que podem ser utilizadas como um escorregador dão o nome ao local.

Nível de dificuldade: Fácil
Riscos: Mínimos
Tempo necessário: Mínimo 1 Hora

O Acesso aos mirantes do Morro São José pode ser feito de carro até o local de estacionamento.

No alto do morro há um acesso separado para o Oratório de São José, onde é possível ter uma vista panorâmica da cidade.  Já o outro acesso leva à pista de parapente com uma belo gramado para descansar, apreciar a vista para a Cidade de Guabiruba e Brusque e quem sabe fazer um picnic.

Nível de dificuldade: Fácil
Riscos: Mínimos
Tempo necessário: Mínimo 1 Hora

Outro ponto com grande fluxo de visitantes é o Morro Santo Antônio, que tem cerca de 500 metros de altitude e apresenta uma vista panorâmica fantástica do Parque Nacional da Serra do Itajaí, Guabiruba e região.

Muitas pessoas aproveitam o acesso íngreme para a prática esportiva, com ênfase nos pedais. Ciclistas são facilmente observados por ali. Além disso, também é bastante procurado pelos que visitantes que buscam tranquilidade e contato com a natureza.

No topo também se encontra o Oratório Santo Antônio, junto ao Salão onde acontece a Tradicional Festa de Santo Antônio. Próximo ao local também está situado o Recanto Lá nas Trutas.

O Mirante do Morro Santo Antônio tem seu acesso pelo bairro Lageado Alto.

Esta é uma das opções de destino que podemos fazer com bicicleta e a pé. Ambos os casos levaremos o dia inteiro para esta atividade.

Nível de dificuldade: Fácil
Riscos: Mínimos
Tempo necessário: Mínimo 2 Horas

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A trilha do Graff une as cidades de Botuverá e Guabiruba passando por uma exuberante estrada acessível apenas de Bicicleta, Moto ou 4×4.

Pelo lado de Botuverá, é necessário percorrer uma pequena parte do trajeto pelo acostamento da Rodovia, que possui baixo movimento de carros e não causa perigos, desde que se esteja atendo principalmente ao trânsito de caminhões. Ainda nesta parte do percurso, teremos a possibilidade de percorrer uma das mais estreitas e longas pontes de arame da região. Aos que têm certo receio, o deslocamento de 300metros adicionais permite a passagem por uma ponte de concreto.

Na metade do percurso faremos a travessia do Rio Cristalina com água na altura do joelho e possibilidade de banho numa das águas mais limpas da região. O Local conta ainda com uma jacuzzi natural para relaxamento.

Na parte final, teremos um longa descida para aproveitar o embalo e o retorno de tudo que subimos. Finalizamos o percurso chegando na cidade de Guabiruba.

Nível de dificuldade: Moderada
Riscos: Quedas
Distância: 
Tempo estimado: 4 Horas

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Atrativos Cultural e Religioso:

A Maibaum, ou Árvore de Maio, é uma tradição alemã trazida para Guabiruba em 2008. Ela é constituída por um mastro de madeira pintado de branco e azul em forma espiral, que é erguido sem ajuda de força mecânica sempre no primeiro dia de maio, como símbolo de organização e união. A Tradição Comumente as Maibäume são erguidas a cada cinco anos, sempre no primeiro dia de Maio. A nova Maibaum deverá ser colhida no ano anterior, ser preparada com as podas dos galhos, deixando-a secar em local seguro, para então ser pintada com as conhecidas listras brancas e azuis. Em seguida iniciam-se os trabalhos de retirada das medidas para o feitio das placas-símbolo, feito pelo Zünfte (artesão). Ela é erguida no primeiro dia de maio como já mencionado, e neste dia precisa-se de muitas pessoas para trazer a árvore na posição vertical. Segundo a tradição, não se pode de maneira alguma utilizar qualquer auxilio de máquinas. A colocação acontece com o auxilio de duas estacas chamadas localmente de “Schwaiberl”, ou seja, andorinhas. Este nome provavelmente provém do fato das duas estacas, quando pressionadas contra a Maibaum, se assemelham ao rabo de uma andorinha. A parte superior da Schwaiberl é unida com cordas firmemente amarradas, e então são pressionadas contra a Maibaum erguendo-a. E não é incomum que se passem horas para que a árvore esteja completamente de pé. Com a Maibaum erguida, são colocados os ornamentos tais como: galinho do tempo (wetterhahn), no topo da árvore; Placas-símbolos, representando as associações, famílias, profissionais e empresas (Zunfttafeln); Bandeiras da Cidade e do País e ainda, um arco de festão.

Fonte: Baseado em texto de Fabiano Siegel.

Guabiruba é uma cidade de muitas tradições, prova disto é a presença do Pelznickel, uma figura folclórica trazida pelos imigrantes alemães. O Pelznickel, ou Papai Noel do Mato, é um ajudante de São Nicolao que, no entardecer dos dias 6 e 24 de dezembro, sai da mata onde reside e invade as ruas de Guabiruba. Coberto de folhas, barba-de-velho ou trapos de roupas escuras, com chifres e máscaras assustadoras, carrega correntes, chicotes e instrumentos barulhentos.

O intuito é recompensar aqueles que foram bonzinhos, bem como amedrontar e cobrar obediência daqueles que andaram aprontando ao longo do ano. Além dos dias 6 e 24, os Pelznickeis estarão presentes no Desfile de Natal de Guabiruba, no dia 2 de dezembro. E de acordo com a programação, você também pode visita-los diretamente na Pelznickel Platz, localizada na Rua Nicolau Schaefer, Bairro Imigrantes, a 3 km do centro da cidade. Confira a Programação completa no Blog e Facebook da Sociedade Pelznickel.

Memorial Ítalo-Guabirubense: Sacristão Francesco Celva


O anseio de um memorial foi-se concretizando aos poucos, com o recolhimento de utensílios, documentos, fotografias, bibliografia, enfim, tudo que pudesse retratar os pioneiros italianos de Guabiruba, em relevância os imigrantes trentinos.

Em 13 de junho de 2008 surge o livro sobre os imigrantes italianos do Lageado Alto. Em 8 de dezembro de 2009, foi assinado o livro-ata convocando alguns amigos para colaborarem com a construção do memorial.

Dona Albertina Celva doou a antiga casa dos pais para guardar o acervo do futuro memorial. Em 25 de julho de 2010 iniciou a nova construção no terreno da Mitra Metropolitana de Florianópolis, sendo administrado pela Capela Imaculada Conceição. Atualmente o Museu encontra-se fechado para manutenção.

Fonte: História da Igreja Católica em Guabiruba-SC – Eder Claudio Celva

A tradicional fábrica de vasos do bairro São Pedro, em Guabiruba, tem a sua história contada através de banners, objetos antigos, torno tocado a pé e registros históricos, como fotografias e recortes de jornais. Além disso, um vídeo antigo situa o visitante do memorial na trajetória da empresa.

Na fábrica também é possível conhecer e experienciar o processo de fabricação dos vasos de cerâmica feito pelo Seu João Dietrich, que começa pela argila, passa pelos tornos, máquinas, forno, até chegar no produto final!

Guabiruba e região receberam grande número de imigrantes de origem alemã por volta de 1860. As edificações feitas na época evidenciam isso através da técnica construtiva Enxaimel, muito comum na Alemanha.

O Enxaimel, ou Fachwerk (originário de “Fach” assim denominavam o espaço preenchido com material entrelaçado de uma parede feita de caibros), é uma técnica de construção que consiste em paredes montadas com hastes de madeira encaixadas entre si em posições horizontais, verticais ou inclinadas, cujos espaços são preenchidos geralmente por pedras ou tijolos. Os tirantes de madeira dão estilo e beleza às construções do gênero, produzindo um caráter estético privilegiado. Outras características são a robustez e a grande inclinação dos telhados. Na adaptação do enxaimel às características climáticas da região, foi necessária a implantação, por conta da elevada umidade local, de uma estrutura feita de pedra que sustenta as construções evitando que a madeira se molhe.

Hoje, no município, ainda é possível encontrar diversas casas em estilo enxaimel construídas na época da colonização.

Atrativos Gastronômicos:

Nos últimos anos Guabiruba vem ganhando cada vez mais destaque com suas cervejas artesanais, novos produtores estão surgindo e criando os mais diversos tipos e sabores desta tão amada bebida. Entre os principais produtores está a Fábrica de Cerveja Kiezen Ruw.

Contemplada na Rota do Vale da Cerveja, a Kiezen Ruw é uma cervejaria artesanal que produz cervejas Lagers e Ales, do tipo Pilsen, Weizen, ESB, APA Bock, Blond Ale, dentre outras. A fábrica recebe visitantes com agendamento prévio, que constitui em uma apresentação técnica do processo de fabricação, visita à área de produção e uma degustação com 10 tipos de cervejas produzidos pela cervejaria. A Kiezen Ruw esta localizada as margens do Parque Nacional da Serra do Itajaí, na Planície Alta, a 10 km do centro da cidade.

Junto a Cervejaria também existe um Pub que atende de Sexta a Domingo.

Em meio à Mata Atlântica no Parque Nacional da Serra do Itajaí e  um ambiente refrescante e agradável, com muita paz e harmonia está o Lá Nas Trutas. Você pode conhecer o processo de Truticultura, observar os tanques e comer a melhor truta da região, e ainda, se deliciar com uma saborosa comida caseira.

O estabelecimento também produz um guaco feito artesanalmente, é uma boa bebida para acompanhar. O local em volta é encantador, com um pouco de sorte você poderá observar cotias, esquilos, pássaros, borboletas, entre outros. Além da possibilidade de caminhar pela mata até algumas cachoeiras próximas.

O Restaurante Lá Nas Trutas fica a 19km do centro da cidade, localizado no Lageado Alto.

Os Chocolates Caseiros de Guabiruba vem fazendo o maior sucesso no Vale Europeu e nas demais regiões do estado. As Fábricas de Chocolates Caseiros Tia Lice e San Nicolao vem atraindo cada vez mais turistas para provar seus deliciosos chocolates.

Chocolates Caseiros Tia Lice

O Chocolate Caseiro Tia Lice é fabricado artesanalmente em Guabiruba, a fábrica conta com uma loja especialmente criada para atender você que deseja presentear alguém com um sabor especial. Você pode escolher os chocolates e acessórios para montar seu próprio kit! A Tia Lice fica apenas a 4 km do centro da cidade no Bairro São Pedro.

Chocolates Caseiros San Nicolao

Os Chocolates Caseiros San’ Nicolao produz chocolates desde 2011 e conta com produtos com diversos sabores e formatos. A San Nicolao fica apenas a 3 km do centro da cidade no bairro São Pedro.

O Local possui um ambiente agradável em meio a natureza, com lago ornamental onde é possível observar os peixes, uma casa histórica passada por gerações, trilha, animais, entre outras belezas.

Guabiruba é referência em Santa Catarina por seu tradicional marreco recheado. A receita é de Dona Renata, ela mesmo oferece esta iguaria no “Schuma”, como é mais conhecido o restaurante típico, que atende há mais de 60 anos oferecendo o melhor da culinária típica dos colonizadores alemães.

A tradição do marreco recheado começou com o pai da dona Renata, senhor Osvaldo Schumacher (in memoriam). Aos 12 anos, Renata se tornou a cozinheira oficial do pai. Sempre foi um sonho do meu pai construir um restaurante. Começou com um ranchinho e foi aumentando. Em 1974, dona Renata, comprou o restaurante que passou de seu pai para o irmão.

Engana-se quem sempre pensou que o restaurante começou com o seu famoso prato principal. No começo era servido frango, churrasco e carne de porco (prato também considerado típico da Alemanha). Depois o senhor Osvaldo Schumacher começou a oferecer marreco, pois havia muitas criações em Guabiruba.

Renata Schumacher Kormann, proprietária do estabelecimento, conta que a comida faz sucesso principalmente com gente de fora. “Nosso forte é gente de Brusque, Florianópolis, Balneário Camboriú, Gaspar, essas pessoas nos visitam durante a semana, e também de Guabiruba, claro”, conta. O Schuma atende há mais de 60 anos, sendo que há quase 44 Dona Renata o administra. Ela conta que é bastante corriqueiro que pessoas de longe procurem por ela, mesmo ela não os conhecendo. Já idosa, Dona Renata não consegue mais atender tanto quanto no passado, para sua tristeza. “A idade está aí, eu tenho pena, porque eu gosto de lidar com o público”. Se depender do público, no entanto, o restaurante continuará. Até hoje, os almoços continuam tendo casa cheia, principalmente nos finais de semana. O Restaurante Schumacher fica no centro da cidade e está aberto para almoços de segunda a segunda.

Fonte: Marcos Borges – O Município

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